quarta-feira, 3 de julho de 2013

Um breve discurso...

Eu estava em meu refúgio, em minha fortaleza... Quando a gente cresce, percebemos a importância de termos um porto seguro que vá nos proteger daqueles que podem nos machucar. Mas ainda acredito tanto no amor, como acredito que as pessoas são boas. Eu ainda acredito no ser humano. Acredito que ele ainda pode se tornar algo melhor. Algo que ele sempre sonhou. Mas sonhos são destruídos por uma infinidade de acontecimentos que nos vem como uma enxurrada consequente de uma forte tempestade passageira. 'Eles só estão perdidos', eu grito.
Sempre fui uma criança diferente. Alguém que sempre pensou no outro antes de pensar em si.  Minha mãe dizia que eu apanharia da vida. E ela estava certa. Levaria muitas surras, tombos... Apanharia por me entregar as pessoas, quando elas não estão fazendo o mesmo. Apanharia por não saber a hora certa de dizer a palavra ‘não’.  Apanharia porque as pessoas não sabem mais o que procuram. Não sabem o porquê estão aqui. E eu continuo na esperança de que um dia eles se encontrem...



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